Vacina da gripe Belém 2020 – Como e Quando tomar

A gripe é uma das doenças mais famosas do mundo, tanto pelas suas infecções, quanto pela facilidade de passar para outras pessoas que estão ao redor. Causada pelo vírus Influenza, os pacientes tem febre, dor no corpo e tosse seca aproximadamente quatro dias depois do contato com o transmissor.

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) aplica a vacina gratuitamente para proteger os moradores contra os tipos A e B. Essas duas espécies são responsáveis pelas altas taxas de hospitalização de idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas. A gripe pode matar se não for tratada a tempo, principalmente nos grupos de alto risco. Para saber onde tomar a vacina em Belém e se imunizar, confira os passos abaixo:

Benefícios da vacina

Estar protegido contra uma doença que mata muitas pessoas, causa desconforto, dores ou até febre, são os principais benefícios da vacina. Além disso, ao se imunizar, o cidadão deixa de ser um agente transmissor dos três vírus combatidos pela vacina e colabora para que menos casos sejam registrados.

Calendário de Vacinação Belém

Mesmo vacinado, é possível pegar gripe?

A resposta para essa pergunta é sim. A vacina cobre as principais cepas – espécies que o vírus se propaga -, mas não todas. A taxa de sucesso estimada está entre 70 e 90%. Mesmo assim, a maioria das pessoas que dizem ter ficado gripadas após a receber a dose da vacina, na verdade apresentam quadros de resfriado

Como funciona a aplicação de vacinas

Disponibilizada pelo Ministério da Saúde para todos os estados e municípios do país, as vacinas são aplicadas em Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e também nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) de Belém.

É bom lembrar que as vacinas são aplicadas, no primeiro momento, em públicos-alvo prioritários, que precisam receber as doses por conta do risco de contrair a doença. Para saber se você faz parte desses grupos, confira a lista abaixo: Idosos com mais de 60 anos; Crianças que tem entre 6 meses de idade até 6 anos; Gestantes; Mulheres que tiveram filhos nos últimos 45 dias (também conhecidas como púrpuras); Funcionários da área da saúde; Professores de escolas públicas e privadas; Indígenas; Portadores de doenças crônicas e outras condições; Jovens e adolescente que respondem a medidas socioeducativas; Presidiários e pessoas que atendem ao sistema prisional.

Documentos exigidos para poder ser vacinado

Para ser vacinado, as pessoas precisam se locomover até a unidade de saúde mais próxima que seja atendida pelo SUS, seja UBS’s ou UPAs. Mesmo assim, elas precisam estar com alguns documentos em mãos.

Para receber a vacina da gripe é necessário ter a carteirinha de vacinação e documento oficial com foto para identificação. As pessoas que pertencem aos grupos prioritários precisam ter mais papéis para comprovar suas situações. Por exemplo, uma gestante – ou púrpura – precisa ter em mãos o cartão-gestante, ou ainda a certidão de nascimento da criança.

Não estou no grupo prioritário, o que fazer?

Como as primeiras doses são entregues aos pacientes prioritários, o restante do público recebe as vacinas que sobraram. Além disso, se você não está incluído nessa seção, lembre-se que a rede privada costuma oferecer as doses entre R$ 80 e R$ 200.

Em alguns casos, quando o público prioritário é imunizado e sobram doses das vacinas, pessoas tradicionais podem se vacinar gratuitamente na unidade mais próxima da sua residência. Se você mora em Belém e quer saber quais os postinhos de saúde que ficam na região da sua casa, acesse o site: http://www.saude.pa.gov.br/cidadao/hospitais/unidade-de-referencia-especializada-ures/ubs-pedreira/

Campanha de vacinação 2020 em Belém

Conforme o Ministério da Saúde, as vacinas são oferecidas de acordo com o calendário nacional. Para 2020, as datas em que as doses serão distribuídas aos moradores de Belém ainda não foram divulgadas, mas fique em alerta, pois geralmente a campanha acontece entre abril e maio.

Ainda, para dar conta e conseguir imunizar o público-alvo, a Secretaria de Saúde de Belém realiza mutirões aos sábados chamados de “Dia D” contra a dengue. Nessas datas, podem ser vacinados os públicos prioritários ou também as demais pessoas, de acordo com a disponibilidade de medicamento da cidade.

Rafaela Trevisan Cortes

Rafaela Trevisan Cortes, jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Revoltada por natureza, vê na comunicação uma oportunidade de extravasar a sua paixão por curiosidades, arte e conhecimento.

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