Vacina da Febre Amarela Curitiba 2020 –  Como funciona, Datas, Locais e Quem deve tomar

A Febre Amarela é uma doença grave causada por um vírus e transmitida por meio de picadas de mosquitos. Sendo uma doença aguda, ou seja, de curso rápido, podendo ser fatal ou não, a febre amarela deve ser prevenida. O processo mais eficaz e aconselhável para a proteção contra a doença é a vacinação.

Dessa forma, saber sobre como funciona o processo para receber a vacina da Febre Amarela é muito importante.

Como funciona a vacina da Febre Amarela?

O processo de funcionamento da vacina ocorre por meio da imunização através do estímulo na produção de anticorpos contra Febre Amarela. Constituída de vírus vivos atenuados, o organismo humano produz os anticorpos necessários para a proteção. Tal vacina demonstra uma eficácia contra a doença de 95% a 99% e é vitalícia.

No território brasileiro, a vacina é indicada e ofertada para os seguintes estados brasileiros: Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Maranhão, Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

No entanto, nos estados da Bahia, Piauí, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, há municípios que não recebem a vacinação.

Apesar de se localizar em um dos estados que não têm todos os municípios beneficiados pela vacina, Curitiba é uma das cidades que recebem a vacinação gratuita feita pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria Municipal da Saúde.

onde tomar vacina da febre amarel

Grupo de prioridade

Os indivíduos que possuem preferência, pois apresentam maior vulnerabilidade, complicações e riscos, caso haja a contaminação da doença, são o seguinte:

  • Indivíduos que vivem nas áreas de risco de transmissão de febre amarela;
  • Indivíduos que vão viajar para as áreas de risco;
  • Bebês maiores de 9 meses;
  • Adultos com até 59 anos.

Quem não deve tomar a vacina da Febre Amarela?

A vacina contra a febre amarela é contraindicada para as seguintes categorias de indivíduos:

  • Pessoas que estão passando por tratamentos com quimioterapia, radioterapia e corticoides em doses elevadas.
  • Indivíduos que usam medicações anti-metabólicas ou medicamentos modificadores do curso da doença.
  • Pessoas que possuem alergia grave ao ovo.
  • Pessoas com histórico de doença do timo (miastenia gravis, timoma).

Vacinação febre amarela

Documentos para a vacinação

Para conseguir tomar a vacina da Febre Amarela, é necessário portar alguns documentos, são eles:

  • Documento de identificação com foto (como RG);
  • Carteira de vacinação.

Requisitos

Os requisitos básicos para a vacinação contra a Febre Amarela são os seguintes:

  • Não estar nas categorias do grupo de contraindicação;
  • Apresentar todos os documentos para a vacinação, ou seja, os documentos pessoais e a carteira de vacinação;
  • Não apresentar indícios de febre.

Efeitos colaterais da vacina

A vacina da Febre Amarela também pode provocar alguns efeitos colaterais, dentre eles:

  • febre,
  • dor de cabeço,
  • dor no corpo,
  • fadiga.

Datas e locais

Calendário de vacinaçãoNa cidade de Curitiba (SC), em 2019, a vacina contra a Febre Amarela era oferecida em salas de vacina dos 110 postos de saúde de Curitiba. Para o ano de 2020, é provável que as vacinas sejam distribuídas nesses mesmos postos, das 7h às 19h, durante a semana.

No sábado, as unidades de saúde Monteiro Lobato (Tatuquara), Caiuá e Jardim Gabineto (CIC) disponibilizavam horários para a vacinação. Dessa forma, é possível que isso também ocorra no ano de 2020. Além disso,é previsto que a vacinação ocorra durante todos os meses do ano.

A Prefeitura de Curitiba disponibiliza os horários e os endereços das unidades de saúde no site www.saude.curitiba.pr.gov.br.

Caso haja dúvida se a vacina já foi tomada, realize o download do Aplicativo Saúde Já (disponível tanto para o sistema Android quanto para o sistema IOS) para consultar os registros de vacinação.

Rafaela Trevisan Cortes

Rafaela Trevisan Cortes, jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Revoltada por natureza, vê na comunicação uma oportunidade de extravasar a sua paixão por curiosidades, arte e conhecimento.

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